O deus dos filósofos é a perereca!

Cristianismo não é fruto de estudo, mas sim de revelação. Estudo é o homem em sua capacidade limitada tentando chegar até Deus. Revelação é Deus em sua graça se dando a conhecer ao homem. Filosofia se caracteriza por um indivíduo que entra em seu quarto e depois de muito esquadrinhar sai dizendo: “Cheguei a uma conclusão!” e aí então define sua linha de pensamento. Com o cristianismo – verdadeiro- a história é outra, não é após queimar todos os neurônios que Moisés tem a Lei, mas sim quando Ele vê a Deus no monte. Ou então é marcado por Paulo que não se formou como o maior teólogo de todos num seminário e sim diante do Senhor: “Faço-vos, porém, saber, irmãos, que o evangelho por mim anunciado não é segundo o homem, porque eu não o recebi, nem o aprendi de homem algum, mas mediante revelação de Jesus Cristo” (Gl 1:11-12) 



Nenhum homem, nenhum livro, nenhuma mente humana pode destrinchar o evangelho para você. Mas por que existem os pregadores então? Ora, porque o verdadeiro pregador é aquele que fala da parte de Deus e que está inspirado pelo Senhor. Sendo assim, os lábios que se mexem é o do homem, mas a boca a falar é a de Deus. O pregador é só um apóstolos, um enviado, que está ali, mas em nome e representando outro.
     É claro que estudamos, mas sem esta revelação do alto, não há carne e sangue que nos faça entender o Senhor, pois quando se trata de Deus só há um que pode explicá-lo; Ele mesmo. 
     Blaise pascal foi um grande matemático e um filósofo brilhante, dizem alguns. Mas houve um dia em que ele teve uma grande experiência com Deus que o fez confessar: “Encontrei-me com o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, não com o Deus dos filósofos”. 
     O Deus dos filósofos é uma teoria, uma abstração, colocado dentro de uma caixinha de conceitos humanos. O Deus de Abraão é pessoal, é aquele que desce ao nível do homem e se faz gente já que a nós era impossível se fazer Deus. O deus dos filósofos é uma perereca a ser dissecada num laboratório. O Deus de Abraão é aquele que disseca a gente e nos faz conhecer a nós próprios ao abrir o interior humano com a espada da palavra que é o seu bisturi capaz de “penetrar até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração”. O deus dos filósofos é o deus de Jó antes da tribulação, que sabemos dele apenas de ouvir falar em livros ou por boca de outros. O Deus de Abraão é o Deus de Jó após o sofrimento, aquele cujo quais os nossos olhos o enxergam. O deus dos filósofos só se acha numa sala de estudo. O Deus de Abraão é encontrado no monte, na estrada, na vida. E nunca é visto por teólogos metidos, somente por pescadores humildes.



Autor: Pr. Rodrigo David Mocellin 
Edição: Heverton de Oliveira

Um pensamento sobre “O deus dos filósofos é a perereca!

  1. Oi Irmão Heverton,Vim para lhe dar os parabéns pelo Blog, e agradecer pela visita e comentário encorajador. Continue atento à inspiração do Espírito. É bem verdade que, de vez em quando, a última coisa que desejo é escrever. Mas este tempo passa, como a calmaria no oceano. Aí, o Espirito de Deus assobra um pouco da sua vontade em nossas mentes, e o resultado são textos que parecem não tão eruditos, mas para aqueles que precisam de uma palavra da parte do Senhor, é como se fosse um copo de água pura no deserto.Vai nesta tua força, como José do Egito.De vez em quando, continue lembran-do se de mim.Irmão João.

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