Más companhias = mal comportamento

Uma das melhores maneiras de proteger seu filho é cuidar dos relacionamentos dele. Primeiro porque a auto-estima da criança é completamente influenciada no contato com outras pessoas. Se as feridas do corpo são produzidas nas ruas, as da alma são geradas nos relacionamentos. A maioria tende a ser o que os outros dizem que elas são. Portanto, não permita que seu filho tenha como amigos, inimigos. Com isso estou querendo dizer que em muitas oportunidades nossos “amigos” são os primeiros a nos empurrar para baixo. Quando era criança tinha um colega que andava comigo para todo lado, fazíamos tudo junto, no entanto ao mesmo tempo que gostávamos de estar próximos e éramos amigos eu era o primeiro a zombar dele. Segundo porque o comportamento dele é desenvolvido nos relacionamentos. Na sua casa ninguém fala palavrão, porém seu menino está soltando aos montes? Então, a boca dele vem suja da rua. Quem fica muito tempo no sol fica queimado, aquele que permanece muito tempo na sombra fica pálido e aquele que está cercado de pessoas ruins, se tornará um deles. Na bíblia está escrito: Não se enganem: “As más companhias estragam os bons costumes. (I Co 15:33)”. Não adianta ensinar boas coisas em casa, se os amigos de seu filho praticam coisas diferentes lá fora. Salomão, conhecido como o homem mais sábio da antiguidade, disse: “Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau” (Pv 13:20).


Autor: Pr. Rodrigo David Mocellin 

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Dois diante de Deus

Já reparou que quando Deus quer nos ensinar algo a respeito de como lhe agradar Ele sempre conta uma parábola com duas pessoas? Fariseu e publicano, pródigo e irmão mais velho, Caim e Abel. Isto acontece porque, primeiro o Senhor quer mostrar dois tipos de religião, dois modos de servi-lo. Ele poderia mostrar apenas o que o agrada, contudo prefere mostrar o que lhe é aprazível e o que lhe impõe náuseas. Entretanto, há um outro motivo: continuamente nos apresentamos a Deus olhando o que Ele fala a respeito dos outros. Nossa religião é baseada não no quanto sou piedoso diante do Senhor, mas no quanto sou mais santo que meu irmão. O fariseu agradece por não ser como o publicano, o irmão mais velho fica bravo com a festa feita ao mais novo, e Caim se ira porque Deus aceitou a oferta de Abel. Entretanto, os que realmente são aprovados por Deus nem mencionam o próximo. Nossa maior fonte de angústia não surge tanto daquilo que Deus deixou de fazer nas nossas vidas, mas no que Ele faz na vida dos outros. O irmão mais velho estava bem, até que o pai matou o cordeiro para o “pecador”. O maior problema de Caim, não foi a rejeição da sua oferta, mas a aprovação da de seu irmão. Pedro não ficou satisfeito com a missão que Deus lhe deu, ele queria saber o que Cristo faria com João. E na parábola dos trabalhadores, o grande problema deles não era receber pouco, mas receber o que eles consideram escasso comparado com o que Deus deu aos demais. Se sua espiritualidade é medida pelo prumo humano, você nunca irá agradar o divino. Aqueles que desagradam ao Senhor assim o fazem porque ficam se comparando com os demais. Se nos aproximarmos de Deus esquecendo o homem, cientes de que Em Cristo não há negro ou branco, judeu e nem grego, bom ou mal, mas Cristo é tudo em todos, ou seja, ninguém tem do que se vangloriar, já que Cristo gera e nos capacita a fazer tudo, estaremos desfrutando da religião verdadeira. Portanto, ao ir ao templo para orar e prestar culto a Deus,- lembrando que a igreja somos nós e o culto é diário- nunca vá de dois, -se é que você me entende!-. Pois caso contrário, podemos estar no templo, mas nunca na presença do Pai.


Autor: Pr. Rodrigo David Mocellin 


Ter ou ser?

Quando o desejo por “ter” está falando muito alto em nossos ouvidos é porque estamos com algum problema no “ser”. Quem fica tão desesperado por conquistar riqueza senão aquele que se sente desvalorizado? Quem necessita muito de alguém para lhe dizer: “Eu te amo!” senão aquele que não se sente amado? E se você precisa tanto de alguém que o complete, subentende-se que está incompleto. Mas assim, somos nós, sempre achamos que as coisas de fora podem nos melhorar por dentro. No entanto, olhe para Jesus. Ele disse que não tinha nem ao menos casa para morar, porém existiu no mundo como ninguém. Podia andar num jumentinho -que era o fusquinha da época- e não se sentir diminuído. Claro! Jesus trouxe valor ao jumento, e não o jumento a ele. 



Porém, muitos estão esperando que o tipo do carro que andam determine o tipo de pessoa que são. Não adquirem dinheiro para ter uma vida melhor, e sim para se sentirem melhores. Não compram um carro caro pelo conforto, mas pelo status. Porém, pelo motivo de sermos vazios interiormente que o carrão comprado na intenção de nos fazer mais felizes, ao passar do tempo perde o encanto, e de carruagem real vira abóbora. A Ferrari se transforma em fusquinha. Dostoievski disse que no coração de cada homem há um vazio do tamanho de Deus. O vazio não é do tamanho de um Mercedes nem a medida de um grande empreendimento empresarial. Não é também do tamanho de uma grande conquista amorosa, é do tamanho de Deus. Portanto, para aqueles que estão em Cristo, sendo cheios de sua vida e assim completos no ser, o fusquinha vira Ferrari, o sapo se converte em príncipe. Ou seja, quando Ele que é tudo em todos passa a existir em nós qualquer coisa que nos rodeia ganha encanto, vida e beleza. Não porque tenhamos visto passarinho verde, e sim uma pomba vermelha. Vermelha de sangue, do sangue de Cristo que foi derramado por nós com o objetivo de arrancar a culpa que latejava em nossas almas e nos levava a constantemente ter um sentimento de falta, que nós tentávamos suprimir fazendo e adquirindo coisas. “Mas e assim se alguém está em Cristo nova criatura é”. Portanto, quando as vozes do “ter” estiverem incomodando sua alma, cale-as lembrando-se que: em Cristo você “é”.

A igreja precisa de divisão!

É comum que de tempos em tempos alguns líderes evangélicos saiam com um discurso revolucionário -mas que de novo não tem nada- sobre a necessidade de unidade entre as igrejas evangélicas. Eu acredito no contrário, nosso problema é justamente que estamos muito unidos; unidos com o mundo. Ora, veja o discurso da esmagadora maioria dos pastores, é idêntico: prosperidade, prosperidade e prosperidade. Um cristianismo que promete: Creia em Cristo e seja um sucesso aos olhos do mundo. E quando se levanta um profeta para condenar o que as igrejas fazem, os falsos profetas da falsa unidade começam logo a dizer: “Vamos nos unir, vamos deixar as diferenças de lado. Somos todos irmãos”. 



Parece muito bonito, porém é a frase do diabo que sempre vem como anjo de luz e em nome de um falso amor ele quer calar os profetas. Preste atenção no que Jesus disse acerca da sua missão na terra: “Supondes que vim para dar paz à terra? Não, eu vo-lo afirmo; antes, divisão” (Lc 12:51). Hb 4:12 diz que a palavra de Deus é mais cortante do que qualquer espada e penetra até o ponto de dividir.A bíblia diz que quando Paulo chegava numa cidade pregando o evangelho, algo sempre acontecia: “Mas dividiu-se o povo da cidade: uns eram pelos judeus; outros, pelos apóstolos” (At 14:4). Na soma de Deus, antes se unir é preciso dividir. Antes de ajuntar é preciso espalhar. Tem pastores que querem fugir da contenda em nome de uma falsa unidade, de um falso amor. Paulo disse: “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens”. Não é possível que eu me una em paz com aquele que se diz crente, mas é impuro, avarento… Não é possível viver em unidade com pastores-lobos vestidos em pele de ovelhas. Se eu me unir a eles, estou me separando de Deus. Portanto, a ordem apostólica é: com estes, nem comais. E ele continua: “Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos?… Por isso retirai-vos do meio deles, separai-vos diz o Senhor”. Não acredite neste tipo de união pregada pelos falsos mestres, porque como já disse M. Loyd Jones: . O problema dos evangélicos não é de falta de unidade é falta de vida, precisamos é de um mover do Espírito. Agora toda vez que isto acontece ele primeiro provoca divisão e só depois unidade. Você quer se unir com a Universal e praticar toda aquela sorte de macumba evangélica? Você deseja se unir com estes pastores show-mem, que fazem do culto uma platéia para iludir e entreter crentes? Meu apelo a você é: olhe para Jesus e veja como ele lidou com os vários segmentos religiosos da época. Cristo uniu-se a eles? Seu apelo foi: “Fariseus, escribas, saduceus… venham, vamos juntar nossas forças?”. Não, ao invés disso, declarou: “Tá vendo os fariseus? Não se unam a eles”. Qualquer um tem coragem de dizer: “Vamos nos unir”. É a política da boa vizinhança. Isto mesmo, política. Mas não somos chamados para ser diplomatas e sim profetas. Não precisamos de mais falsos profetas levantando a bandeira de uma falsa unidade, muito pelo contrário, necessitamos de homens que claramente digam: “Ei, o cristianismo verdadeiro não tem nada a ver com aquilo que a maioria das igrejas está praticando. Se você vive este cristianismo: Saia! Separe-se deles!”. Não precisamos de unidade, necessitamos, antes disso, de uma divisão bem clara entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo” (Lv10:10). Que os crentes verdadeiros se posicionem e se unam, abandonando esta religião fria. Se todos nós tivermos este mesmo espírito, aí então, mesmo distantes teremos unidade. Porque a verdadeira unidade não é ter o mesmo nome denominacional sobre as nossas cabeças, e sim decidir seguir firmemente os princípios de Cristo.


Autor: Pr. Rodrigo David Mocellin